segunda-feira, 15 de abril de 2013

Oração pelos Governos Terrenos


 Gr. exougia, autoridade delegada. Todas as autoridades são ordenadas ou instituídas (gr. tasso, nomeada ou determinada) por Deus. Ou seja, em seu plano, Deus determinou que os governos humanos existam para ajudá-lo a executar o governo moral e fazer com que as leis morais sejam cumpridas. As autoridades são instituídas por Deus, mas Ele não é responsável pelo que elas fazem (ou deixam de fazer). Se não andarem na linha Ele as julgará, da mesma forma que julgará os ministros do evangelho. Veja Atos 13.48: “E os gentios, ouvindo isto, alegraram-se, e glorificavam a palavra do Senhor; e creram todos quantos estavam ordenados para a vida eterna.

7 fatos a respeito dos governos humanos:
1 - Foram instituídos por Deus (Gn 9.1-7; Rm 13.1-6; 1Pe 2.13-17).
2 - Seu propósito era executar criminosos e manter a lei e a ordem entre os homens (Rm 13.1-6; 1Pe 2.13-17; Gn 9.6; Is 11.4-9; 65.20; Dn2.21; 4.17-25; 5.21).
3 - É dever dos cristãos e dos outros ajudar a estabelecer e apoiar o governo humano para a preservação da sociedade e a promoção do bem-estar de todos (Rm 13.1; 1Pe 2.13-17).
4 - Os governos foram intituídos para governar pela força e para punir, não somente criminosos locais e individuais, mas também criminosos nacionais e universais. Isso inclui combater criminosos individuais bem como entrar em guerra para destruir nações criminosas (rm 13.1-5; 1Pe 2.13-17; Dn 2.21; 4.17-25; 5.21).
5 - Os cristãos não devem deixar o governo popular nas mãos dos ímpios. Negligenciar o bom governo é negligenciar a salvação de almas. A promoção do bem público e privado é um dos maiores recursos na salvação de almas (Rm 13.1-6; 1Tm 1.8-10). Os cristãos devem votar e participar da vida pública para promover o bom governo, a fim de que o evangelho não seja impedido e aniquilado. A razão e a experiência, bem como a Bíblia, fazem disso uma obrigação, acima de tudo. Visto que o governo é necessário para o bem-estar de todos, é dever de todo cristão ajudar a promover o melhor governo para garantir que esse fim seja atingido.
6 - Os governos humanos, portanto, não são fundados na vontade arbitrária de Deus, mas nas necessidades humanas de garantir seu próprio bem-estar. Se em uma família pequena, regras e castigos são necessários, quanto mais em comunidades, estados e nações. Se o governo precisa de reformas, que os cristãos promovam tais reformas. Se eles não exigem nada contrário a Deus, às obrigações morais, e à consciência, e se atendem às necessidades daqueles a quem governam, devem ser mantidos (Rm 13.1-6).
7 – Tendo como finalidade o melhor interesse público é dever dos governos humanos usar de todos os meios necessários a fim de alcançar esse objetivo. É absurdo acreditar que os governantes têm o direito de governar e não o direito de usar os meios necessários para executar um bom governo. Quando uma pessoa se vende                              para destruir o bem comum, torna-se necessário excluí-la da mesma sociedade que procura destruir. Nesses casos, é preciso lidar com esses indivíduos e nações a fim de manter a lei e a ordem pelo bem-estar de todos. Deve ser direito e ver do governo, e de todos os seus súditos, usar de todos os meios necessários e possíveis para suprimir a rebelião e manter o respeito pela lei e pela ordem Os governantes são ministros de Deus para executar a ira de Deus contra os ímpios e preservar a lei moral e o governo para o bem de todos (Rm 13.1-6; 1Pe 2.13-17).

*Extraído da Bíblia de Estudos DAKE

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